sexta-feira, 29 de maio de 2009

VIDA E OBRA DE AUGUSTO COMTE

Vida e Listagem das Obras de Augusto Comte

Comte, o maior Filósofo da Humanidade, nasceu em Montpellier, no sul da França em 1798, nove anos após o início da Revolução Francesa em 1789 e morreu em Paris em 1857.
A sua assombrosa inteligência foi logo reconhecida aos 16 anos de idade, em 1814, quando Napoleão Bonaparte abdica e é restabelecida a monarquia a favor de Luiz XVIII, irmão de Luiz XVI, quando Comte entra para a Escola Politécnica.
Apaixonado pela cultura, foi influenciado por Aristóteles, Bacon, Descartes, Hume, Condorcet, Diderot, considerados precursores do Positivismo.
Na sua primeira fase, Comte lia todos os livros que podia comprar, com sacrifício até de sua alimentação. Logo depois, deixou de ler e começou a meditar.
Em 1817, com 19 anos de idade, descobre o princípio da relatividade e em 1822, com 24 anos, no ano de nossa Independência, ao cabo de 60 horas de meditação, sem dormir, descobre também a Lei dos Três Estados ou Lei da Inteligência, que lhe permitiu criar a Sociologia - Ele é o Pai da Sociologia Positiva.
Em 1825, com 27 anos, se casa com Carolina Massin, uma mulher frívola, que não se adaptou ao mestre Comte.
Devido as atitudes desrespeitadoras desta mulher, Comte teve uma crise nervosa em 1828, com 30 anos de idade; era um homem de sentimentos puros, e teve que interromper as aulas que começara a ministrar às celebridades da época.
Sua grande mãe veio a Paris e o ajudou no seu restabelecimento. Logo que restabeleceu a saúde, escreveu o seu curso de Filosofia Positiva, em seis volumes, editados entre 1830 e 1842.
Cabe aqui lembrar que Carolina, abandona o marido, que passou a lhe dar uma pensão, proporcional aos seus vencimentos de professor.
Em fins de 1844, já estava com 46 anos de idade conhece Clotilde De Vaux, devota-lhe um grande amor platônico, estado amoroso que o leva a plena criatividade, - É mais fácil criar amando. Esta mulher muito inteligente, mostra ao mestre outras facetas, do relacionamento humano, que o leva a criar a Moral Teórica e a Moral Prática. Mas logo perde a sua Inspiradora, que falece em princípios de 1846.
Augusto Comte se aproxima do Catolicismo, influenciado por Clotilde e também por suas reminiscências de infância, pois nascera em frente à Igreja de Santa Eulália.
A amizade do filósofo com os padres não significa um retrocesso à teologia, nem tampouco pode se considerar Positivista o literato religioso Lamennais, que foi excomungado, pelo simples fato de ter lido o livro de nosso mestre.
Em 1851 a 1854 (53 a 56 anos), Augusto Comte escreve o Sistema de Política Positiva em 4 volumes, que é o primeiro Tratado de Sociologia e postula a separação Espiritual e Temporal (Igreja independente do Estado)
Em 1857, com 59 anos vem a falecer, depois de definir e classificar as ciências, e criar a Sociologia Positiva e a Moral Positiva.
Sua vida foi um modelo de comportamento para os discípulos e suas idéias impressionavam e impressionam até hoje os intelectuais de todos os países civilizados.

Obras de Augusto Comte

Sistema de Filosofia, Positiva,em 6 volumes - 1830-1842, 5 edição,1892-1894 Versão Inglesa, por Miss Matineau, 2 volumes, 1853; 3 edição 1893, versão francesa deste volume, por M. Avezac Lavigne, 1871. Nova edição 1895.

Sistema de Política Positiva, ou Tratado de Sociologia instituindo a Religião da Humanidade. 4 vol, Paris, 1851-1854; 2 edição, 1881-1884; 3 edição Tradução para o Inglês por Richarde Congreve e outros.

Catecismo Positivista , ou Sumaria Exposição da Religião Universal . 1 volume , Paris 1852; 2 edição , 1874 ; 3 edição 1890 . Nova edição 1891, com prefacio de J. Lagarrigue e notas de Miguel Lemos.

Apelo aos Conservadores ; 1 volume, Paris 1855, 2 edição Tradução em Inglês e Português.

Síntese Subjetiva, ou Sistema Universal das Concepções próprios do Estado Normal da Humanidade. 1 volume , Paris , 1856, tomo 1 único publicado, contendo o Sistema de Lógica Positiva ou Tratado de Filosofia Matemática, 2 Edição

Testamento, Orações Quotidianas , Confissões anuais e Correspondências com Madame Clotilde de Vaux, 1 volume , Paris 1884 , 2 edição Tradução inglesa do Testamento.

Circulares Anuais (1850 - 1857) 1 volume 1866 - tradução inglesa.

Tratado Filosófico D' Astronomia Popular, 1 vol , Paris ,1845 ; 2 edição , 1893.

Tratado elementar de Geometria Analítica. 1 volume , Paris , 1841 ; 2 edição , precedida da Geometria de Descartes , em 1895. Tradução para o português , por vários alunos da Escola Militar do Rio de Janeiro. - Esgotada.

Cartas `a M. Vallat (1815-1844), Paris 1870

Cartas`a John Stuart Mill ( 1841-1844), 1 volume Paris 1877

Correspondências Inéditas de Augusto Comte. Paris elaborado pela Sociedade Positivista - , 1903 (4 volumes).

Cartas de Augusto Comte `a Diversos - Publicado pelos seus Executores Testamenteiros, Paris - 1902.- Três Volumes.

CONTINUAÇÃO


Auguste Comte
O Positivismo pregava a cientifização do pensamento e do estudo humano, visando a obtenção de resultados claros, objetivos e completamente corretos. Os seguidores desse movimento acreditavam num ideal de neutralidade, isto é, na separação entre o pesquisador/autor e sua obra: esta, em vez de mostrar as opiniões e julgamentos de seu criador, retrataria de forma neutra e clara uma dada realidade a partir de seus fatos, mas sem os analisar. Os positivistas crêem que o conhecimento se explica por si mesmo, necessitando apenas seu estudioso recuperá-lo e colocá-lo à mostra. Não foram poucos os que seguiram a corrente positivista: Auguste Comte, na Filosofia; Émile Durkheim, na Sociologia; Fustel de Coulanges, na História, entre outros, contribuíram para fazer do Positivismo e da cientifização do saber um posicionamento poderoso no século XIX.
Pode-se inclusive dizer que o Positivismo reduz o papel do homem enquanto ser pensante, crítico, para um mero coletor de informações e fatos presentes nos documentos, capazes de fazer-se entender por sua conta. "Os fatos históricos falam por si mesmos", dizia Coulanges, historiador francês.
Tão objetiva é a História para os positivistas que um de seus maiores ensinamentos é a busca incessante de fatos históricos e sua comprovação empírica. Daí a necessidade, como pregavam, de se utilizar na pesquisa e análise o máximo de documentos possíveis: para se obter a totalidade sobre os fatos e não deixar nenhuma margem de dúvida no que se refere à sua compreensão. A busca desses fatos deve ser feita por mentes neutras, pois qualquer juízo de valor na pesquisa e análise altera o sentido e a verdade própria dos fatos, modificando pois a própria História. Esta se tornaria uma ciência falha e totalmente fora de seu caráter científico, e portanto destituída de valor e validade. Coulanges chega a afirmar que a "História não é arte, mas uma ciência pura (...) a busca dos fatos é feita pela observação minuciosa dos textos, da mesma maneira que o químico encontra os seus em experiências minuciosamente conduzidas". A objetividade, a minuciosidade, o detalhe e a dedicação impessoal, portanto, são as grandes lições da escola positivista para o estudo da História no século XIX e no início do XX. Os historiadores que, nessa época, tentaram provar outras formas de se estudar a disciplina foram desconsiderados e postos à margem. Numa sociedade européia que buscava seu próprio desenvolvimento e avançava rumo a grandes descobertas na ciência e na tecnologia, a cientifização que marcou a época também se espalhou para o campo dos estudos humanos, reduzindo o papel do profissional desse campo para um mero coletor de informações. A implicação de opiniões externas ao sentidos dos fatos históricos alterava a História, na opinião positivista, e eliminava assim sua legitimidade como saber de importância social.
Na Sociologia as propostas não se diferiam. Os conservadores, que originam os positivistas, pregavam em relação a essa disciplina que a não-existência de relações interpessoais entre os homens, tendo como conseqüência a não-constituição de uma sociedade, acabava por gerar o caos e a angústia em cada ser humano. Defensores do pensamento da sociedade medieval, na qual todos os grupos existentes (senhores, servos e clero) estavam totalmente ligados entre si e ditavam a força de cada feudo, consideram assim a sociedade fundamental para a organização dos homens e para o exercício de suas individualidades. Isolados, o homem não interage com um meio, mas fecha-se; ele deixa de se reconhecer no outro como um ser humano e não exerce suas capacidades (raciocínio, erudição, etc.) que o definiriam como humano único, individual. Não tem para quem as exercer e como aprender coisas novas, pois todos estão isolados. Consequentemente, caem em estagnação, angustiam-se e banalizam-se. Daí vem as perspectivas definidas pelos conservadores a respeito do homem dessa época: a criação da massa atomizada, facilmente controlada e seguidora de pensamentos formulados, incapaz de agir contra tal controle; a alienação de suas próprias pessoas, em função dessa perda de relações e a entrega pessoal a um mundo massificado, igual; e a subordinação a um poder maior, que acaba por mantê-los nessa aurora alienante de vida, em vez de fazê-los escapar dessa realidade triste e angustiante. Portanto, as correntes de pensamento voltadas à individualidade e a uma cientifização da vida e conhecimentos humanos não os ajuda a evoluir, mas sim banalizar e quebrar as sociedades.
Daí os conservadores afirmarem que "o homem existe apenas dentro da sociedade e para ela"
A Sociologia e a História também têm decisivo papel ao ter como objeto de estudo o Conservadorismo. Ao contrário do que se pensava (ou ainda se pensa), ele não indica rigidez, intransigência ou imutabilidade. Tem estruturas presentes em nossa vida até hoje, que influenciam e regem nossos comportamentos, definindo um dos possíveis campos do trabalho sociológico. Inclusive podemos até concluir que, se não houvesse a interligação entre indivíduos formando sociedades e determinando diversas formas de organização, sistemas e afins, a Sociologia não existiria. Porque se ela não abrange os atos humanos em sua existência e em relação ao meio em que se localizam, torna-se falha e incompleta. Chegaria até a cair no mesmo erro proposto pelos Positivistas em relação ao estudo da História: segundo eles, esta ciência deve ser estudada sem considerar a atuação e participação humana, apurando "apenas os fatos" e desconsiderando o espaço humano nestes, segundo o pensador Fustel de Coulanges. Ora, a História e a Sociologia são Ciências Humanas, sem razão de ser se não estudam as sociedades. Sendo assim, o Conservadorismo, acima de qualquer suposição, é uma das formas de pensamento que permitem a realização da Sociologia e da História, ao propor um estudo coletivo e com a participação dos homens em sua constituição.
Estudo de caso: Durkheim e a sociologia positivista
O sociólogo francês Émile Durkheim representa, na Sociologia, uma transição na maneira de conceber e praticar os estudos relacionados a essa ciência: afinal, ao mesmo tempo que defende um posicionamento conservador, ao analisar a importância da sociedade sobre o indivíduo, avança em direção ao Positivismo, propondo a objetividade e o empirismo nos estudos humanos. Seus postulados sociológicos, guardadas as devidas proporções, também foram aplicados no estudo da História no século XIX e no início dos anos XX. Trata-se de um pensador ligado a correntes conservadoras do estudo social, defensor da visão de que a sociedade é mais importante e forte que os interesses individuais, de uma ordem social coesa baseada na integração entre os humanos constituindo sociedades e grupos sociais fortes, nos quais exista uma complementaridade entre as partes formadoras desse todo.
O pensador francês parte do princípio que a sociedade precede o indivíduo, ou seja, já existe antes de que o ser individual seja concebido. Muito antes dessa definição surgir com o Iluminismo, os humanos, desde seu surgimento, foram organizando-se e regendo as ações e relações que desenvolviam entre si por meio de normas e leis (formando, dessa maneira, sociedades). Portanto, a noção de organização social entre os homens sempre existiu, constituindo o que Durkheim chama de consciência coletiva, que é exatamente essa visão de um todo social, a complementação necessária e existente entre os humanos. Não existe indivíduo separado de uma noção coletiva e social, afirma o pensador; para se afirmar no mundo e sentir-se como um humano, ele precisa enxergar-se nos outros, ter contato com os que lhe são semelhantes. O conceito de indivíduo seria uma criação do modelo filosófico moderno, mas não se pode esquecer que foi criado pela própria sociedade, pelos seres que a formam. Isso comprova que a noção coletiva, ou seja, a organização social existia antes mesma do conceito de indivíduo surgir.
Durkheim deixa isso claro no Método para determinar a função da divisão do trabalho: os indivíduos necessitam de relacionamentos sociais porque, sozinhos, são incompletos. Não há humano que baste a si mesmo, sendo completo: ele cumpre uma determinada função na sociedade, mas necessita de outros humanos para complementar as funções que não exerce. Daí a divisão do trabalho por ele analisada: a complementação de deveres sociais interliga e aproxima os indivíduos, faz com que constituam entre si relações de solidariedade bem como uma coesão social. Cada ser conhece seu papel e procura desempenhá-lo da melhor forma, para que depois possam compartilhar seus esforços, solidarizá-los. E isso se estende não só no campo do trabalho, mas para todas as esferas da vida social. Como diz no Método, "os indivíduos são ligados uns aos outros(...) em vez de se desenvolverem separadamente, eles ajustam seus esforços; são solidários, por meio de uma solidariedade que não age somente nos curtos períodos em que trocam serviços, mas que se estende muito além" (pag.64).
Essa coesão social deve ser regida por leis, ou seja, pelo Estado de Direito, de modo a assegurar a boa ocorrência dessas relações. A vida social exige uma padrão de organização, ou seja, certas regras a serem cumpridas para garantir a permanência de sociedades baseadas na solidariedade. "A vida geral da sociedade não pode se desenvolver num certo ponto sem que a vida jurídica se desenvolva ao mesmo tempo e no mesmo sentido" (pag.67). A aceitação das regras implica na integração individual à sociedade, ao abandono dos interesses particulares para aceitar a visão de todo social, ou seja, assumir sua função social e complementar-se com os outros seres. Já o não-cumprimento das mesmas acarreta punições a quem não procura integrar-se. O papel das leis, então, é impedir que as relações sociais, calcadas basicamente na solidariedade, tornem-se frágeis e, em vez de contribuir para a verdadeira coesão social, não passem de laços intermitentes e frágeis. A lei é, pois, a aplicação das relações sociais, o elemento fundamental para a perfeita integração entre os homens.

Não há indivíduo livre fora das organizações sociais, prega o Conservadorismo.
É para Durkheim função da Sociologia estudar os fatos sociais e as relações de solidariedade e complementaridade existentes nas sociedades, pois é por meio deles que se entende as formas de organização e coesão das mesmas, mantidas por processos de coesão externos que são incorporados ao indivíduo desde cedo e que minam suas tentativas de emancipação pessoal, ou seja, viver de acordo com sua conduta pessoal. São, pois objetos sociológicos porque determinam a constituição das diferentes sociedades, suas normas de manutenção e até mesmo como se renovam (quando os hábitos e leis vão tornando-se arcaicos, dando espaço ao crescimento no seio social de condutas não concebidas; quando estas tornam-se dominantes, constitui-se o que Durkheim chama de "estado anômico", aquele com uma organização social baseada em práticas não-regidas pelas leis. Para impedir isso, deve o Estado perceber as transformações sociais a tempo e mudar a lei para incorporar as práticas antes não legais à lei), permitindo assim seu entendimento e estudo.
Mas como incorporamos as leis e os hábitos? Por meio do contato com a legislação, a família, os órgãos estatais, mas principalmente por meio da educação. A escola é, para Durkheim, a mais importante e poderosa instituição capaz de preparar as crianças e jovens para a sociedade, impondo-lhes o comportamento mais correto e a visão da consciência coletiva. É na escola que as crianças aprendem que deve-se negar a vontade pessoal e sacrificar-se em função do todo social; que terão uma função a cumprir na sociedade, e que para complementarem-se terão de se relacionar com os seus semelhantes. Ou seja, a escola deve internalizar a sociedade no indivíduo, impor-lhe padrões de conduta que o impeçam de seguir suas próprias tendências e regras que possam quebrar a coesão social. Cabe à escola, portanto, preparar as futuras gerações a seguir a moral social mais correta e aceita, sabendo que a sua transgressão e contestação implica em punições. "Toda a educação consiste num esforço contínuo para impor às crianças maneiras de ver, sentir e agir às quais elas não chegariam espontaneamente(...) a pressão de todos os instantes que sofre a criança é a própria pressão do meio social tendendo a moldá-la à sua imagem, pressão que tanto os pais quanto os mestres não são senão representantes e intermediários" (pag.05), afirma o pensador francês.
Nesta última afirmação, Durkheim define as funções do educador e da família no processo de integração das crianças à sociedade. São estes porta-vozes que apenas transmitem as regras sociais válidas; não podem emitir nenhum juízo de valor pessoal a respeito das mesmas. Aqui Durkheim mostra seu lado positivista, ou científico. As regras sociais, ao serem ensinadas, devem falar por si mesmas, mostrar espontaneamente às crianças sua força e a necessidade de sua obediência. Dispensam a intervenção pessoal dos transmissores; pelo contrário, esta é totalmente descartada. Com isso, Durkheim procura estudar a Sociologia como se fosse uma ciência pura e exata, ou seja, que contenha verdades absolutas em seu próprio conhecimento, dispensando juízos particulares. Seria estudar os fatos sociais como um químico realiza experimentos: as fórmulas que este último chega falam por si, o químico não coloca seus valores na experiência; ele apenas a comprova e a apura. O sociólogo deve agir da mesma forma: comprovar os fatos e nada mais. O mesmo se espera do educador e da família: transmissão dos valores que mantém a sociedade em coesão e nada mais. Eles ensinam o que deve ser seguido ou não por si mesmos.
BIBLIOGRAFIA
BOURDÉ, Guy e MARTIN, Hervé. As Escolas Históricas. Lisboa: Editora Europa-América, 2000.
BURKE, Perter (org.). A Escrita da História - Novas Prespectivas. São Paulo: Editora Unesp, 1992.
COULANGES, Fustel de. "Histoire des institutions politiques de l’ancienne France", in EHRARD, J. & PALMADE, G.P – L’Histoire, segunda edição, A. Colin, 1965.
DURKHEIM, Émile – "A função da divisão social do trabalho [Capítulo 1: Método para determinar essa função]" in Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
FEBVRE, Lucien. Combates pela História.3.ª edição, Lisboa: Editorial Presença, 1989.
NISBET, Robert – "Conservadorismo e Sociologia" in José de Souza Martins (org.) Introdução crítica à Sociologia Rural. São Paulo: Hucitec, 1986.
REIS, José Carlos. Tempo, História e Evasão. Campinas: Papirus Editora, 1994.

Um comentário:

  1. ester sombrio eing5 de junho de 2009 04:58

    oi professor, gostei muito do texto, aprendi muitas coisas com ele, você é um ótimo professor, beijos da sua melhor aluna Ester Eing. hehehe

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